Talvez um dia eu também me liberte das paixões. Enquanto não acontecer, eu as dividirei obsessivamente com vocês


 
 

"O mundo às vezes pode parecer um lugar hostil e sinistro, mas, acreditem, existe muito mais bondade do que maldade no mundo , só é preciso procurar com vontade."

Autor: Violet Baudelaire em "Desventuras em Série

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Categoria: Citação
Escrito por Rogério Reis às 17h58
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MMA: A VIOLÊNCIA EXPLÍCITA (A visão de um especialista)

Por Odair Borges*

MMA, UFC, PRIDE e outras siglas são sinônimos de briga de rua travestida de luta.

Nos primórdios do Japão feudal, os vários estilos de lutas eram praticados com objetivo de defesa pessoal de importância vital para o guerreiro Samurai, onde os conceitos de honra, coragem, disciplina e respeito eram a essência na formação integral do homem.

Não é essa a mensagem que atualmente vem sendo disseminada pelos lutadores, instrutores e patrocinadores do MMA, que sem formação e informação acadêmica, pegam carona na bandeira da moda, o que lhes proporciona a evidente exposição midiática, e sem duvida, a pecúnia vindoura.

No Brasil, o esperto cérebro do UFC encontrou clima propício e o espaço estratégico como um grande esquema para disseminar a modalidade onde é notória, em entrevistas tanto de lutadores como entrevistadores, comentaristas e cronistas a ignorância sobre o tema lutas.

Em simples análise técnica, a luta de MMA resume-se na sua maior parte em socos sem conhecimento de boxe.

Como disse nosso grande campeão Eder Jofre “se fossem lutar na regra do boxe não aguentariam um minuto”.

Na luta no solo, alguns praticam Ju Jutsu (JiuJitsu Brasileiro), mas a fragilidade técnica não permite finalizações nas oportunidades.

Desse modo, preferem com força canhestra, socar o adversário, extravasando a própria estupidez.

Há pouco tempo, quando de transmissão direta pela TV, torcedores de uma equipe de futebol, após assistirem em sua sede as lutas de MMA, saíram às ruas e mataram a socos e ponta pés outro torcedor de equipe rival de futebol, levados que foram pela violenta emoção.

É a união perfeita: torcidas de futebol e os fanáticos adeptos do MMA.

Poucos dias antes do inicio do último circo do MMA no Rio de Janeiro, durante entrevista coletiva, torcedores em manifestação grotesca e aos gritos de “Vai morrer! Vai morrer! Vai morrer!”, impediram o lutador americano Chad Mendes, desafiante do Brasileiro José Aldo, de ouvir as perguntas dos jornalistas credenciados.

Observando lutas anteriores de MMA, já vimos “nossos famosos” e também estrangeiros que, de forma rixenta e arrogante, desrespeitam adversários.

É o retorno aos combates sangrentos da antiga Roma, demonstrando a supremacia da nova afirmação da fera sobre o homem, levando jovens praticantes a serem adestrados para demonstrações narcisistas em busca de afirmação, através da agressão física.

Estão na mídia as agressões a professores, invasão de Universidades, alunos armados e brigas de torcidas.

São jovens perdendo suas referências e seus ideais, deixando-se levar por supostos prazeres, poderes e exibições.

A mídia por sua vez, apresenta o programa de lutas ou o “Panes et Circences”, da época dos pervertidos Calígula (12-41 AD) e Cômodus (161-192 AD), como sendo a mais pura e moderna atração contemporânea.

Ao mesmo tempo, o grande público vê nesse teatro de violência a oportunidade para exteriorizar uma perigosa agressividade que transcende o evento esportivo e que muitas vezes sem motivo aparente é transferida para a convivência social.

Podemos até pensar numa mostra de indignação dos que assistem, influenciados que estão, pela destruição de valores que temos presenciado em nosso meio político e social, que nos leva a pensar sobre o que é certo ou errado no comportamento das pessoas.

Em análise acadêmica, fundamentada em pesquisa cientifica, de acordo com a teoria de aprendizagem social, (Bandura e Walters, 1963) reforçam o conceito de agressão imitativa por meio do qual, crianças expostas a uma atividade agressiva de adultos, imitam esse comportamento, especialmente quando o modelo adulto é observado sendo bem sucedido e recompensado. Segundo (Elias e Dunning, 1986) os benefícios econômicos e o prestígio fazem com que se deixe de lado a rivalidade amistosa convertendo-a em rivalidade hostil.

É bem estabelecido na literatura que o reforço influencia fortemente o comportamento futuro. Para (Skinner,1953), atos de violência, emanam de uma variedade de fontes que podem ser:

a) O grupo de referência imediato do atleta: professores, treinadores, companheiros de equipe, amigos e família.

b)  A estrutura do esporte principalmente no que diz respeito: ao ambiente de aprendizado e prática, às organizações esportivas, patrocinadores, empresários esportivos, cujo objetivo é apenas o lucro financeiro sem a preocupação educacional.

c) Atitude e fanatismo de fãs e torcedores, a mídia na procura de audiência e a sociedade em geral.

A agressividade como um estereótipo masculino desejável é talvez uma causa arraigada e significativa do reforço positivo que os atletas masculinos recebem para agirem agressivamente.

Quanto a isso os pais têm um importante papel na orientação de valores apropriados no comportamento social de seus filhos.

Assumindo-se que o instinto para o comportamento agressivo do indivíduo é uma constante, cabe portanto ao educador, quando utilizar das lutas como conteúdo programático, explorar os aspectos educativo, filosófico e social, de suma importância no ensino de qualquer modalidade de luta.

Artigo publicado  no Jornal Correio Popular, de Campinas.

*Autor: Prof. Ms. Odair Borges
Mestrado em Educação Física pela Universidade de São Paulo.
Professor USP / PUCCAMP. 
7º Dan em Judô. 7º Dan em Jiu Jitsu. 4º Grau em Jiu Jitsu Brasileiro, membro das Comissões de Graduação da Federação Paulista de Judô e da Confederação Brasileira de Judô.



Escrito por Rogério Reis às 17h22
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Civilizar pela música: a inquisição da elite intelectual

Por Leonardo Sakamoto, em seu blog: http://blogdosakamoto.blogosfera.uol.com.br/ 

“Essa gente precisa é de Chico Buarque.”

Sinceramente acho que todo mundo precisa escutar o homem. Mas a frase, vinda da boca de um culto amigo, irritado com um carro que jorrava tecnobrega no último, gerou aquele arrepio na espinha. E, certamente, não foram os fantasmas de Theodor Adorno e Max Horkheimer passando por perto. Sua crítica não se relacionava ao tratoramento da arte pela estrutura capitalista de reprodução e distribuição de cultura, que a transforma em mercadoria a ser consumida passivamente. Pois, ele próprio é um desses consumidores, que bebe empacotados dito eruditos, vilamadalenizados, mas que tenta “curar” o outro.

Tirando o lado elitista, preconceituoso e pseudo-paternalista desse tipo de declaração (já ouvi de muito empresário e fazendeiro, que faziam falcatruas trabalhistas, e até de deputado, que retenção de remuneração serve para evitar que o peão se afunde na cachaça com o salário), ela também inclui uma visão um tanto quanto distorcida da realidade.

Poderíamos discutir horas a fio sobre os mecanismos da indústria cultural que levam a um produto de massa se sobrepor e esmagar manifestações tradicionais e as consequências disso. Contudo, a preservação do patrimônio cultural tradicional não se resolve forçando o povão a consumir um baião tradicional a um tecnobrega, um grupo de cateretê a uma dupla sertaneja, um samba de raiz a um funk proibidão.

Na opinião destes, há uma autoproclamada “cultura de qualidade”. A clivagem entre o popular e o erudito (e a ignorância de fundir o erudito com o bom) é apenas parte dessa discussão. Esse tipo de pensamento, com a reafirmação de símbolos para separar “nós” da plebe, expressa mais preconceito de classe do que qualquer outra coisa. E, em um ímpeto quase jesuítico, a necessidade de catequisar vem à tona, para trazê-lo à nossa fé. Não que eles poderão entender tudo, mas poderão, pelo menos, deixar o estado de barbárie em que se encontram ao respirar o mesmo ar que nós.

Nos grandes centros, o consumo da chamada cultura regional tradicional ganhou espaço entre os mais ricos e formadores de opinião. Virou cult. É em cima dessa análise que muitos querem resgatar, forçosamente, um passado “menos selvagem” em que a população de determinado lugar consumia esse tipo de arte da qual também gostamos. Sem se atentar que as coisas mudam, ou que a indústria cultural tem seus processos, fazendo ricos empresários que, ironicamente, bancam formadores de opinião.

Defender, propagar, incentivar as manifestações tradicionais é fundamental porque elas fazem parte de nossa identidade e ajudam a definir o brasil como Brasil. Mas sem desconsiderar as outras manifestações que ganharam visibilidade, também têm o seu valor e são queridas por muita gente. Bem, a discussão é bem mais complexa e não cabe em um post.

Ampliar o leque, dando mais possibilidades de escolha para a sociedade é uma coisa. Guiar o consumo cultural para preservar uma imagem que uma elite intelectual dos grandes centros tem de como deveria ser a cultura brasileira é outra.

Original em: http://blogdosakamoto.blogosfera.uol.com.br/2012/03/25/civilizar-pela-musica-a-inquisicao-da-elite-intelectual/



Escrito por Rogério Reis às 22h42
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Gracias, Chico

Chico Anysio fazendo STAND UP em 1969!



Escrito por Rogério Reis às 19h59
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Raulzito para todas as idades

"Eu já ultrapassei a barreira do som
Fiz o que pude às vezes fora do tom
Mas a semente que eu ajudei a plantar já nasceu!!
Eu vou, eu vou m'embora apostando em vocês
Meu testamento deixou minha lucidez
Vocês vão ter um mundo bem melhor que o meu!!
Quando algum profeta vier lhe contar
Que o nosso sol tá prestes a se apagar
Mesmo que pareça que não há mais lugar
Vocês ainda têm, vocês ainda têm
A velocidade da luz pra alcançar

Vocês ainda têm, vocês ainda têm
A velocidade da luz pra alcançar

Além, depois dos velhos preconceitos morais
Dos calabouços, bruxas e temporais
Onde o passado transcendeu há um reinado de paz!!
Vocês serão o oposto dessa estupidez
Aventurando tentar outra vez
A geração da luz é a esperança no ar!!
Quando algum profeta vier lhe contar
Que o nosso sol tá prestes a se apagar
Mesmo que pareça que não há mais lugar
Vocês ainda têm, vocês ainda têm
A velocidade da luz pra alcançar
Vocês ainda têm, vocês ainda têm
A velocidade da luz pra alcançar"

- Raul Seixas in  "Geração da Luz"



Escrito por Rogério Reis às 21h34
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Coisas do Brasil

A revolução socialista fazendo fila para ser servida no McDonald’s!! João Pedro Stedile já foi mais cioso da integridade ideológica de seus pares. kkkkk



Escrito por Rogério Reis às 23h16
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Ultimatum

Mandato de despejo aos mandarins do mundo

Fora tu,
reles
esnobe
plebeu
E fora tu, imperialista das sucatas
Charlatão da sinceridade
e tu, da juba socialista, e tu, qualquer outro
Ultimatum a todos eles
E a todos que sejam como eles
Todos!

Monte de tijolos com pretensões a casa
Inútil luxo, megalomania triunfante
E tu, Brasil, blague de Pedro Álvares Cabral
Que nem te queria descobrir

Ultimatum a vós que confundis o humano com o popular
Que confundis tudo
Vós, anarquistas deveras sinceros
Socialistas a invocar a sua qualidade de trabalhadores
Para quererem deixar de trabalhar
Sim, todos vós que representais o mundo
Homens altos
Passai por baixo do meu desprezo
Passai aristocratas de tanga de ouro
Passai Frouxos
Passai radicais do pouco
Quem acredita neles?
Mandem tudo isso para casa
Descascar batatas simbólicas

Fechem-me tudo isso a chave
E deitem a chave fora
Sufoco de ter só isso a minha volta
Deixem-me respirar
Abram todas as janelas
Abram mais janelas
Do que todas as janelas que há no mundo

Nenhuma idéia grande
Nenhuma corrente política
Que soe a uma idéia grão
E o mundo quer a inteligência nova
A sensibilidade nova

O mundo tem sede de que se crie
O que aí está a apodrecer a vida
Quando muito é estrume para o futuro
O que aí está não pode durar
Porque não é nada

Eu da raça dos navegadores
Afirmo que não pode durar
Eu da raça dos descobridores
Desprezo o que seja menos
Que descobrir um novo mundo

Proclamo isso bem alto
Braços erguidos
Fitando o Atlântico

E saudando abstratamente o infinito.

Álvaro de Campos – 1917



Escrito por Rogério Reis às 02h50
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Proibir o mensalão, não o MMA

Por Juca Kfoury, em seu blog: http://blogdojuca.uol.com.br/

Que o MMA é sinônimo de barbárie, falta de civilidade e não é esporte nem aqui nem no quinto dos infernos é absolutamente óbvio, digam o que quiserem dizer seus adeptos.

Assim como o boxe, uma prática cujo objetivo é privar o rival de seus sentidos, não pode ser saudável, por mais que o treinamento possa ser.

Não se discute aqui tratar-se de uma prática em que os competidores estão de acordo em dela participar, na qual existem regras e busca de equilíbrio entre as partes.

Mas, de todo modo, um atentado à busca de civilidade, uma volta ao homem das cavernas, um estímulo aos piores instintos da raça humana.

E argumentos do tipo que defendem a falsa ideia de que, por exemplo, trata-se de prática menos violenta que o futebol, são simplesmente risíveis, típicas de quem já tomou tanta pancada na cabeça e perdeu milhões neurônios.

“Ah, torcedores morrem em batalhas muito piores”, confundem alhos com bugalhos, como se o objetivo do futebol fossem tais descalabros.

Tudo isso para dizer que a tentativa do deputado do PT de São Paulo, José Mentor, em proibir a transmissão das lutas beira a simples insanidade autoritária.

Ele argumenta que se até rinha de galo é proibida, mais sentido faz proibir seres humanos se engalfinhando, esquecido de que aos animais falta o livre arbítrio e que alguém precisa zelar por eles.

Sim, não se sabe de um galo que tenha concordado em participar de rinhas.

Em vez de ser mentor de práticas obscurantistas por mais selvagem que seja o MMA, deveria o deputado se preocupar com suas relações mais íntimas,  tais como as com o empresário Marcos Valério, o o trem-pagador do mensalão, algo que manchou definitivamente a carreira do parlamentar.

Porque ainda pior que o vale-tudo foi o vale-rioduto

Original em: http://blogdojuca.uol.com.br/2012/03/proibir-o-mensalao-nao-o-mma/



Escrito por Rogério Reis às 19h54
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"Sou contra a violência, pois quando parece fazer o bem, o bem é apenas temporário. O mal que causa é permanente."

Autor: Gandhi

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Escrito por Rogério Reis às 19h34
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O drama de Luzia e a morte no Hope Hari

Por Ricardo Kotscho, em seu blog http://noticias.r7.com/blogs/ricardo-kotscho

Vianópolis, Goiás _ Luzia Rodrigues Pereira, 74 anos, agricultora aposentada com R$ 622 por mês, passou 31 horas presa na cadeia pública desta cidade de 12 mil habitantes, no interior goiano, por não conseguir pagar pensão alimentícia aos quatro netos.

aposentada presa O drama de Luzia e a morte no Hope Hari

Vinhedo, São Paulo _ Até o momento, não se tem notícia de que alguém tenha sido responsabilizado, punido ou preso pela morte da adolescente Gabriela Nychymura, de 14 anos, morta na última sexta-feira (24) ao cair de uma altura de 25 metros porque a trava de segurança de um brinquedo do Hopi Hari não funcionou.

As histórias sobre estes dois dramas humanos foram publicadas em páginas diferentes da Folha desta sexta-feira (02). Se estivessem lado a lado, mostrariam como somos não apenas um País ainda muito pobre, mas profundamente injusto, acima de tudo.

A idosa só foi libertada na tarde de quarta-feira (29) depois que a sua advogada e moradores da cidade juntaram os R$ 1.588 que devia à nora. Luzia paga pensão há três anos por decisão da Justiça porque seu filho está desempregado e não é localizado. Nos últimos seis meses, deixou de pagar a pensão à ex-nora por falta de dinheiro, e por isso foi presa, segundo relato do repórter Léo Arcoverde.

O problema de Luiza é não ter recursos para contratar um advogado como Alberto Toron, uma das mais caras estrelas da advocacia criminal, agora a serviço dos proprietários do Hopi Hari,  poderosa empresa do ramo de diversões, controlada desde 2009 pela Integra Associados, que recebe 2 milhões de visitantes por ano.

Ao contrário de Luzia, os anônimos investidores responsáveis pelo Hopi Hari não correm o menos risco de ir para a cadeia, como o celébre comandante Schettino, do Costa Concórdia, que foi em cana na mesma noite do acidente e está até hoje em prisão domiciliar.

hopi hari O drama de Luzia e a morte no Hope Hari

"Advogado de parque culpa funcionários por acidente", informa o título da matéria da Folha.

Tolon provavelmente nunca foi brincar no Hopi Hari e não conhece o seu funcionamento, não tem a menor ideia do que aconteceu no dia da morte da menina de 14 anos, não participou da perícia policial, mas já decidiu: seus clientes são inocentes. Está no seu papel. E nem o nome do diretor responsável pela manutenção do Hopi Hari foi divulgado a pedido do parque.

"O erro não é do parque. O erro pode ser de funcionários. Há uma diferença muito grande. O parque sempre se conduz com muita correção. Pode ser que um ou mais funcionários tenham errado", foi o seu veredicto, mesmo depois de a direção do Hopi Hari admitir que o acidente ocorreu em razão de uma "sucessão de falhas".

O parque foi fechado ontem para que, finalmente, seja feita uma perícia em todos os brinquedos. Dois funcionários revelaram à polícia que, 15 minutos antes do acidente, alertaram um supervisor do Hopi Hari sobre problemas na trava de segurança da cadeira onde estava a menina.

Na verdade, ficamos sabendo agora, pelo advogado Alberto Toron, que esta cadeira estava com defeito e desativada havia dez anos. Dez anos! E a culpa é dos funcionários... "O Hopi Hari faltou com o dever de informar de forma precisa que a cadeira era inoperante", disse a promotora Ana Beatriz Vieira, que apura a responsabilidade do parque.

Neste País pobre e injusto em que vivemos, é mais fácil Luzia voltar para a cadeia, se não puder pagar a pensão aos netos com a fortuna que ganha de aposentadoria, do que um dia o Schettino do Hopi Hari, com o advogado que contratou, ser julgado e condenado pela Justiça brasileira.

Original em: http://noticias.r7.com/blogs/ricardo-kotscho/2012/03/02/o-drama-de-luzia-e-a-morte-no-hope-hari/



Escrito por Rogério Reis às 14h23
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